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Paraná terá programa contra a obesidade

=”javascript:popup(‘/pop-up/noticias.asp?id=747&img=01’);”>O Programa Paraná Saudável tem como objetivo prevenir a obesidade infanto-juvenil, e fazer um controle do peso corporal de estudantes das redes municipal e estadual de ensino. Os dados serão coletados em escolas públicas de 96 municípios, entre abril e junho. Com a pesquisa será possível conhecer os hábitos alimentares de 14 mil estudantes e saber o que eles fazem nas horas que não estão na escola. Em agosto, mais de 2 milhões de alunos receberão uma cartilha com orientações para prevenir a obesidade.


Com apenas 4 anos de idade, Taciany dos Santos, já tem problemas com a balança. Ela está com sobrepeso. Tem 1,09 metros e pesa 23 Kg. Na hora do almoço quem serve Taciany é a mãe, Maria Cristina dos Santos, que desde o ano passado leva a filha na nutricionista. “Ela adora comer doces e alimentos [ricos em carboidratos] como pães e massas. Hoje procuro deixar na geladeira uma maior variedade de frutas” diz Maria.
Taciany ainda resiste em comer verduras. “É sempre uma briga para ela comer salada” diz a mãe que tem medo que no futuro a filha sofra algum tipo de preconceito e se torne uma adulta obesa.



Mas o que fazer quando a criança se recusa a comer frutas e verduras? Segundo a nutricionista, Cynthia Perondi, as crianças têm um nível de aceitação de legumes e verduras muito lento. “É preciso insistir. A criança tem que rejeitar 15 vezes um alimento para os pais dizerem que ela não gosta” afirma Cynthia.
Os pais precisam ser solidários e não devem pressionar a criança na busca por perder peso. É preciso incentivar hábitos saudáveis como atividades físicas. “Levo ela no Lago toda semana para andar de bicicleta e não se tornar também uma criança sedentária” diz Maria Cristina dos Santos.


Como prevenir a obesidade infantil
Segundo a nutricionista, Cynthia Perondi, é possível prevenir a obesidade infantil por meio de uma alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos. Mas a criança precisa de exemplos. “É preciso que os pais também tenham uma alimentação rica em verduras e frutas, caso contrário os filhos também não terão” diz a nutricionista. Por trás da obesidade está também a falta de atividades físicas e outros fatores genéticos.
A obesidade é a porta de entrada para outras doenças: as mesmas que atingem adultos. “As crianças podem ter a curto e a longo prazo lesões ortopédicas e musculares, problemas de pele, diabetes, doenças cardiovasculares, além de vários tipos de câncer” finaliza Cynthia.






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